Após 29 anos, o logotipo original da MTV, desenhado por Frank Olinsky, foi reformulado, dessa vez pela equipe interna da MTV. E agora o que vemos, é um M desproporcional, apenas cortaram a parte de baixo do logo, e deixaram por isso mesmo, dando mais ênfase ao TV.
O que acharam?
Não sei vocês, mas eu preferia a versão a qual estavamos acostumados, essa desproporção me deixou encucada, tudo bem que um dos motivos apontados para a mudança é o fato de o logo estar mais adaptado ao conceito de widescreen que a maioria das tvs de hoje em dia possuem, mas, mesmo assim ainda é dificil de acostumar, pra mim esse logo foi resultado de um trabalho feito nas “coxas”, não estudaram proporções, nada, parece que o logo está se afundando, isso sim, apenas croparam. Ok, tudo bem que nada é pra sempre, os tempos são outros agora, e a evolução, mesmo que aos poucos, é necessária para alguns, querendo ou não, mas às vezes a evolução acaba lembrando mais uma regressão, o que é o caso aqui. Tina Exarhos, do time de marketing da MTV, explicou a mudança para o The New York Daily News,confira.
__________________________________________________________________________________
Outros exemplos de logos clássicos que recentemente sofreram alterações, para se encaixar aos “tempos modernos” são: o logo da rede Pão de Açucar, assim como a rede de TV/Internet NET. Qual serão os próximos logos a serem modificados? Quais vocês gostariam que mudassem? É só deixar um comentário aí embaixo.
Não é de agora que sabemos que o último cd da banda Black Eyed Peas, o The End, lançado no meio de 2009, tem uma pegada futurista, músicas que lembram bem o estilo do Daft Punk e coisa e tal. Pessoalmente, acho que eles acertaram em cheio nesse quinto cd, e esse posicionamento só faz crescer o número de fãs da banda. Agora, um caso a parte são os clipes já lançados pra esse albúm, seguindo a linha tecnológica, espaço, futurismo, um melhor que o outro.
E semana passada, foi lançado o clipe para a música “Imma Be” e “Rock that Body”, duas músicas num clipe só, o que acabou fazendo com que o nome do vídeo tenha o nome de “Imma Be Rocking That Body”, a coisa toda é quase um curta-metragem, com pouco mais de 10 minutos, a fusão entre uma música e outra ficou perfeita, e tem diversos efeitos de cair o queixo, coisa fina mesmo, um dos melhores clipes pra esse cd até agora. Black Eyed Peas se superando sempre, tão de parabéns meus caros.
Pra conferir a mega produção, é só dar o play aí embaixo, e aproveite pra babar pela Fergie:
Demorou pra eles voltarem ao Brasil e fazerem um show pra divulgar esse cd né? Adorooo.
Não sou muito de transparecer meus sentimentos assim publicamente, mas lendo o blog da fofa da Dani, me deparei com um texto que resume muito bem algo pelo qual já passei algumas vezes nessa vida, e é simplesmente terrível, a dor de perder um amigo, mas não por fatalidade, por destino mesmo. Caminhos diferentes, perda de contato, x motivos que levam você a se destanciar daquele que em outro momento da vida era seu confidente, melhor amigo, em fim, e é meio reconfortante saber que não é só com você que essas coisas acontecem. Vou repassar o texto, que me tocou muito, é lindo e super verdadeiro, vai praqueles que hoje, infelizmente, são meros ex-amigos:
“amigo é uma coisa que a gente perde ao longo da vida. encontramos vários, nos apegamos a alguns e, a certa altura, somos forçados a colocar o prefixo ex antes do nome daquele que enchia nosso coração de carinho e de certeza.
perder um amigo para a vida, e não por uma fatalidade, é uma dor dilacerante. a gente pensa que amizade é pra sempre, que, quando a gente for velhinho e lembrar de tudo que aconteceu, estarão perto de nós aqueles que a gente escolheu como a família do coração.
mas a vida tem dessas decepções. uma hora é você que sai de cena. em outra, a vontade é daquele que te dava toda certeza do mundo de que era ficaria ali no matter what.
a primeira vez em que eu tive que tornar um amigo ex-amigo, senti uma dor que acabou comigo. fiquei sem entender, chorei, chorei. por um tempo, foi difícil acreditar de novo na beleza, na simplicidade e nas diversas nuances de uma amizade.
optei por deixar a amargura de lado e seguir em frente, ainda com esperança de que aquela dor eu não sentiria mais. novas amizades vieram, as que importavam de verdade permaneceram. e não senti aquela dor de novo, não daquele jeito. mas outras dores apareceram pra mostrar que a vida é assim mesmo, por mais que a gente se pergunte se já não teve a nossa cota.
o bom é que dor ensina. e depois que a gente sente uma que parte o coração em mil pedacinhos, aprende a relativizar as outras. e, melhor ainda, renova o olhar diante dos amigos de sempre, aqueles por quem a gente sente todo o amor do mundo e em quem temos a sorte de encontrar reciprocidade.”
Confesso, que demorei um pouco pra me entregar ao POP, não foi fácil mas hoje em dia minha mente é muito aberta pra esse estilo de música que cada vez mais vem se tornando presente e claro, não sou nenhuma expert no assunto mas já dá pra arriscar alguns bate-papos com quem entende. Lógico, que meu estilo xodózinho vai ser sempre o alternativo, eletrônico, e as bandas pop-punk da adolescência.
Mas, gostando ou não de pop, o fato é: Beyoncé é a musa, diva do momento, já a alguns anos, e acho dificil ela perder esse posto. Sempre gostei dos singles dela, acho ela um poço de sensualidade, e tem uma voz de cair o queixo de muita divinha teen gente. Decidi então que queria ver tudo isso ao vivo, antes que não conseguisse ver nunca mais, e sim, enfrentei a maior chuva do universo pra chegar até o Morumbi, onde Bey iria se apresentar em algumas horas, no sábado. A chuva foi tanta que tiveram que remontar o palco, e a pobrezinha da Ivete Sangalo, que abriu o show (e o fez pela metade, devido a chuva e o atraso =/), até tomou um escorregão, de tanta água que ainda estava por ali, coitada.
“Se Madonna já caiu e Beyoncé também, isso quer dizer que sou também uma das divas da música“, brincou a cantora.
Ok, com duas horas de atraso, finalmente Beyoncé entra no palco, eu já estava MEGA cansada de ficar em pé, não podia sentar por causa da lama formada, mas tudo bem, quando ela entrou me empolguei e esqueci das dores. Pra adiantar, não sabia o que esperar do show, não tinha lido nada sobre ele, mas só posso dizer que superou todas minhas expectativas, to-das. Produção impecável, a começar pelo telão super ultra HD atrás dela, com efeitos especiais editados ali na hora mesmo, dando um ar todo tridimensional, e muitas vezes reproduzia uma Beyonce tão perfeita que parecia uma gigante em 3D cantando ali. Demais, mesmo!
Entre uma troca de roupa e outra da musa, os vídeos no telão e a performances dos dançarinos davam conta do recado, tudo muito bem encaixadinho e coordenado. A banda, feita só por mulheres, arrazou também, teve solo de saxofone, teclado, bateria, percursão. Um verdadeiro espetáculo.
A galera vibrou com os hits, como Single Ladies, To The Left, Dejavu, Halo e muitas outras, Bey arrancou aplausos do público ao cantar uma música inteira acapella, não desafinou se quer um segundo, com certeza um dos dons dela é, sem dúvida, a voz maravilhosa. Teve até um momento onde ela relembra Destiny’s Child com performance de I’m a Survivor e Say My Name, na hora de cantar essa última, a cantora pergunta o nome de um dos fãs que estão na primeira fileira, e o rapaz, em prantos, responde: é Sami! Bey repete o nome para o estádio todo ouvir e dá início a música.
Entre um hit e outro, Bey se locomove até o palco secundário instalado a 25m do principal, no meio da pista Vip, passa pelo público, dá a mão para eles, se joga mesmo. Ela é um amor, começa o show falando que não esperava ter um público tão grande no Brasil, e que não ve a hora de voltar, diz ainda que os shows que ela fez aqui são os maiores da carreira dela, e dá pra notar que o que ela diz é sincero, quase vi uma lágrima escorrendo, rs.
E sem ninguém ver o tempo passar, o show é encerrado lá pra 00:00, com uma homenagem linda ao rei do pop Michael Jackson, cantando Halo com muita emoção e usando uma luva brilhante igual ao do rei. Amei o show inteiro, de verdade, do começo ao fim e posso falar que foi uma das melhores apresentações que já vi, diferente de tudo, mesmo se meu post tivesse milhões de páginas não daria pra explicar tudo, é uma experiência fantástica, diria que é quase um Avatar músical, quem não foi perdeu, e perdeu boniiiiiito
Bey, tá de parabéns, meu respeito por você aumentou 10 mil vezes! =]
Vi aqui e é exatamente assim que me sinto ultimamente:
Eu era um sujeito então perseguido pelas nostalgias. Sempre tinha sido, e não sabia como me livrar da saudade para viver tranqüilamente.
Ainda não aprendi. E desconfio que nunca vou aprender. Mas pelo menos já sei uma coisa valiosa: é impossível se livrar da memória. Você não pode se livrar daquilo que amou.
Isso tudo vai estar sempre com a gente. Sempre vamos desejar recuperar o lado bom da vida e esquecer e desnutrir a memória do lado mau. Apagar as perversidades que cometemos, desfazer as lembranças das pessoas que nos magoaram, eliminar as tristezas e as épocas de infelicidade.
É totalmente humano, então, ser um nostálgico, e a única solução é aprender a conviver com a saudade. Talvez, para a nossa sorte, a saudade possa se transformar, de uma coisa depressiva e triste, numa pequena faísca que nos impulsione para o novo, para nos entregar a outro amor, a outra cidade, a outro tempo, que talvez seja melhor ou pior, não importa, mas será diferente. E isso é o que todos procuramos todo dia: não desperdiçar a vida na solidão, encontrar alguém, entregar-nos um pouco, evitar a rotina, desfrutar a nossa parte da festa.
Eu ainda estava assim. Tirando todas essas conclusões. A loucura me rondava e eu escapulia. Tinha sido coisa demais em muito pouco tempo para uma pessoa só, e saí por dois meses se Havana.